O Serviço Social, enquanto área profissional inscrita na
divisão sócio técnica do trabalho, entra no cenário das profissões
contemporâneas no período do capitalismo monopolista (BRAVERMAN, 1974; NETTO,
1992), portanto, na fase madura do capitalismo, atendendo não a uma evolução
espontânea das práticas assistenciais (Vieira, 1996), mas a requisições da
própria ordem social capitalista atuando na órbita da reprodução do trabalho
(FALEIROS, 1899). Um saber necessário que nasceu condicionado ao atendimento
das demandas e necessidade do próprio capital, e na soleira do tempo foi
construindo identidade própria, com isso, ganhando significativa autonomia
dentro dessas constrições, até conseguir tencionar, criticar e mobilizar a
participação subalterna no poderoso e desigual processo de reprodução do
capital e do trabalho. (IAMAMOTO, 2010). |
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
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